sábado, 11 de setembro de 2010

Vacinação na Escola

Dia 09.09.10 Na Escola Everaldo no turno da Noite teve início a Campanha de Vacinação contra Hepatite B, Professores e Alunos foram convidados a receber a primeira dose da vacina. A segunda e terceira doses também serão aplicadas na escola nos meses de outubro e novembro respectivamente. Para o turno da Manhã a Campanha será nos dias 13 e 16 de Setembro, no turno da tarde a campanha será do dia 20 ao dia 23/09 . Abaixo alguns momentos da Vacinação!
fotos: Profª. Ana Cláudia

Você sabe o que é a Hepatite B?

O que é Hepatite B?
Hepatite é o termo usado para a inflamação do fígado e pode ser causada por vírus, medicamentos e consumo abusivo de bebidas alcoólicas. Hepatite B é o nome de um dos vírus que causam a hepatite.

Quando o fígado é infectado por um vírus, ele fica inflamado e sensível e pode também ficar inchado. As partes afetadas do tecido podem ser destruídas pela inflamação. A hepatite B é um tipo de hepatite séria e às vezes muito forte e fatal.

Algumas pessoas que têm hepatite B desenvolvem o tipo crônico da doença. Isso significa que continuarão infectadas pelo vírus por um grande período de tempo e desenvolverão complicações devido à inflamação prolongada do fígado. A doença pode eventualmente causar falência do fígado e a morte.

Como acontece?
A hepatite B é extremamente infecciosa. Este tipo de hepatite é normalmente transmitida através de secreções sexuais (como o sêmen, por exemplo) e sangue. Seringas e agulhas contaminadas também pode propagá-la. Se instrumentos como os utilizados para se fazer tatuagens e piercings não forem completamente esterilizados podem transmitir hepatite.

A doença pode ser propagada por pessoas que não sabem que são portadoras do vírus. Existem nos Estados Unidos cerca de 0,5 a 1 milhão de pessoas que são portadoras do vírus mas que não estão doentes. As mães que são infectadas com hepatite B ou são portadoras do vírus podem transmitir a doença aos seus bebês.

Quais são os sintomas?
Os sintomas da hepatite B podem aparecer no período de 4 semanas a 6 meses depois da pessoa ter sido infectada pelo vírus. Muitas pessoas que desenvolvem o tipo crônico da doença têm somente sintomas leves ainda que o vírus possa estar danificando o fígado.

Os primeiros sintomas podem ser:

- perda de apetite
- febre
- mal-estar geral
- fadiga

Outros possíveis sintomas incluem:

- urticária
- dor em determinadas juntas
- no caso dos fumantes, perda do gosto pelo cigarro

Sintomas que podem aparecer alguns dias depois:

- náusea e vômito
- falta de ar e gosto amargo na boca
- urina de cor marrom escuro
- pele e olhos amarelados
- dor logo abaixo das costelas do lado direito, principalmente quando pressionadas
- fezes de cor pálida e intestino mais solto do que o normal.

A hepatite pode causar danos permanentes para o fígado. Alguns sintomas destes danos:

- dor no lado esquerdo superior do abdômen devido a um aumento do baço
- inchaço do estômago e das pernas
- vermelhidão nas palmas das mãos
- veias finas e compridas abaixo da pele ou facilidade de machucar-se
- sangramentos no estômago ou esôfago

Como é feito o diagnóstico?

Contar cuidadosamente sua história clínica pode ajudar a determinar quando começaram os sintomas e como eles têm se desenvolvido e a suposição de como foi infectado. Seu médico precisa certificar-se de que esta inflamação não seja resultado de efeitos colaterais de remédios ou de uso de drogas, tais como abuso de bebidas alcoólicas.

O seu médico examinará sua pele, olhos e principalmente seu abdômen para verificar sinais de hepatite.

O diagnóstico é confirmado através de exames de sangue que mostrarão se o fígado está funcionando normalmente ou não, e qual o tipo de vírus está causando os problemas. Outros vírus também podem causar problemas hepáticos, como por exemplo, o "mononucleosis".

Se o médico suspeitar que tenha hepatite crônica, danos sérios no fígado ou se o diagnóstico for duvidoso, uma biópsia deverá ser feita. Biópsia é um tipo de procedimento no qual agulhas são usadas para retirar uma pequena quantidade de tecido que é mandada ao laboratório para serem feitos os exames.

Como é tratada?
O tratamento usual para a hepatite B são repouso, uma dieta balanceada e abstinência de bebidas alcoólicas e certos medicamentos durante no mínimo 6 meses. Antibióticos não são eficazes no tratamento da hepatite. Exceto nos casos mais sérios, normalmente não se é necessária a internação hospitalar. Caso você fique fortemente desidratado, precisará ir ao hospital tomar soro por via intravenosa.

Se você tiver hepatite B crônica precisará de esteróides ou tomar injeções de interferon, uma droga anti-vírus. Discuta estas possibilidades com o seu médico.

Quanto tempo os efeitos duram?

Geralmente os sintomas duram algumas semanas e normalmente são seguidos de uma lenta, mas completa recuperação que deverá levar aproximadamente 6 meses.

Acima de 10% das pessoas com hepatite desenvolvem a hepatite crônica que pode ser branda ou grave causando danos sérios e permanentes ao fígado aumentando assim os riscos de câncer de fígado.

Que cuidados devem ser tomados?

- Siga as instruções do seu médico ao tomar os medicamentos para alívio dos sintomas.
- Faça repouso até que a febre cesse, que a cor da sua urina esteja normal e que o amarelo da pele e dos olhos desapareça. Certifique-se junto ao seu médico quanto tempo o repouso será necessário.
- À medida em que os sintomas melhorarem, você deverá aumentar gradualmente o seu nível de atividade. É melhor evitar muito esforço físico durante os primeiros meses.
- Coma refeições pequenas e balanceadas, ainda que sinta náuseas. Alguns alimentos poderão desagradá-lo principalmente nos primeiros estágios da doença. Refrigerantes pouco gasosos e sucos bem adocicados poderão ajudar a reduzir a náusea.
- É preciso evitar tomar certos medicamentos quando se teve hepatite. Pergunte ao seu médico quais são estes medicamentos.
- Não consuma bebidas alcoólicas.

O que pode ser feito para prevenir a propagação da Hepatite B?

A hepatite B é altamente contagiosa entre 2 e 6 semanas antes de os sintomas aparecerem e continua a ser por algum tempo depois do seu aparecimento.

Para evitar a transmissão da doença aos outros:

- Seja cuidadoso em relação à sua limpeza e higiene pessoais. Tome banho freqüentemente, tenha cuidado especialmente ao lavar as mãos com sabão e água quente, principalmente após usar o banheiro e antes de comer ou preparar os alimentos.
- Limpe qualquer mancha de sangue com um desinfetante.
- Não compartilhe agulhas, aparelhos de barbear ou escovas de dentes com os outros.
- Não mantenha relação sexual até que não seja mais transmissor.
- Não doe sangue.

Pessoas das seguintes categorias apresentam alto risco de terem hepatite B e devem tomar vacinação contra a doença:

- Pessoas que trabalham em hospitais
- Parceiros sexuais de pessoas portadoras da doença
- Homens homossexuais.

Em complementação, a "American Academy of Pediatrics" e a "American Academy of Family Physicians" estão agora recomendando que todas as crianças tomem a vacinação anti hepatite B. Como o custo da vacinação está diminuindo, mais pessoas estão sendo estimuladas a tomá-la para prevenir a hepatite B sexualmente transmitida. Pergunte ao seu médico ou ao departamento local de saúde se você deve ser imunizado contra a hepatite B.

Original de: "Clinical Reference Systems"


fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3242&ReturnCatID=1769

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Poemas da Beth

Beth Zhalouth
Professora de Química e Poetisa


Para Sempre Amor


Amando

somos como palmeira centenária em floração

que assiste a passagem de cada geração



Amando


somos como rocha que resiste a mais de bilhão


ou a velha águia, em constante renovação


Amando

somos cedros-do-líbano majestosos

 

plantados no alto dos montes

lançando ramos frondosos ao ar


onde os pássaros vem aninhar




Dia lindo sem noite

Ar fresco, sem frio

 

Vida plena, sem vazio


 


Somos  sustento e alento



O caminho certo  


O carinho no momento incerto



Amando


emanamos o bem


derramamos luz


espalhamos paz


espelhamos fé


Amando somos montanha inabalável


Amando somo espaço imensurável

terça-feira, 7 de setembro de 2010

300 X Obrigado!!!!



O Blog  chegou a 300 visitas. Novamente agradeço a todos que nos visitam. Reforço também que aos poucos o Blog vai ganhando mais gás, e essa é a intenção desde o início e espero que o número de visitantes aumente cada vez mais, e também volto a reforçar que a ideia do Blog é apresentar a Escola Everaldo, seus projetos e personagens além é claro de promover o debate entre a comunidade escolar

Dia da Independência IV

Hino da Independência



Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Dia da Independência III

Hino da Independência
Letra de Evaristo da Veiga e música de d. Pedro
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação


Ao ser composto, o Hino da Independência do Brasil não tinha este nome. Nem sua música era a mesma que hoje é cantada nas comemorações da semana da pátria. O hino que homenageia nossa separação de Portugal tem uma história interessante, que vale a pena ser conhecida.

Quem o compôs foi o fluminense Evaristo Ferreira da Veiga e Barros (1799-1837), que era livreiro, jornalista, político e poeta. Com a fundação da Academia Brasileira de Letras, em 1897, Evaristo da Veiga tornou-se o patrono da sua cadeira de número 10.

A maior parte da composição que se inicia com os versos "Já podeis da pátria filhos" é anterior ao grito do Ipiranga e data de agosto de 1822. Favorável à independência, Evaristo da Veiga escreveu o poema que intitulou "Hino Constitucional Brasiliense" e o fez publicar.

O poema agradou o público da Corte, o Rio de Janeiro, e foi musicado pelo então famoso maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830), que havia sido professor de música do jovem príncipe dom Pedro - imperador Pedro 1º, após a proclamação da Independência.

Dom Pedro compositor

Sendo um amante das artes musicais, dom Pedro, em 1824, afeiçoou-se pelos versos de Evaristo da Veiga e resolveu compor ele mesmo uma música para o poema, criando assim aquele que se tornaria o Hino da Independência. Não se sabe ao certo a data em que foi composta, mas a melodia de dom Pedro passou a substituir a de Marcos Portugal, oficialmente, em 1824.

A participação do imperador foi tão valorizada que, durante quase uma década, não só a autoria da música, mas também a da letra lhe foi atribuída. Evaristo da Veiga precisou reivindicar os seus direitos, comprovando ser o autor dos versos em 1833. Seus originais se encontram hoje na seção de manuscritos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

Idas e voltas

Com a abdicação de dom Pedro 1º, a Regência, o Segundo Reinado e - principalmente - a proclamação da República, o Hino da Independência foi sendo gradativamente deixado de lado. Somente em 1922, quando do centenário da Independência, ele voltou a ser executado. No entanto, na ocasião, a música de dom Pedro foi posta de lado, sendo substituída pela melodia do maestro Portugal.

Foi durante a Era Vargas (1930-1945), que Gustavo Capanema, então ministro da Educação e da Saúde, nomeou uma comissão para estabelecer definitivamente os hinos brasileiros de acordo com seus originais. Essa comissão, integrada entre outros pelo maestro Heitor Villa-Lobos, houve por bem restabelecer como melodia oficial aquela composta por dom Pedro 1º.



fonte: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u77.jhtm

Dia da Independência II

Independência do BrasilBrasil livra-se da condição de colônia
Renato Cancian*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação



Dom Pedro, em retrato do
paraibano João Câmara Filho
Em 7 de setembro de 1822, o Brasil livrou-se da condição de colônia, conquistando sua independência política. O movimento de independência foi o resultado de uma forte reação das camadas sociais mais abastadas, às pretensões e tentativas das Cortes de Lisboa de restabelecer o pacto colonial.

Mas, para entendermos os acontecimentos que culminaram com o movimento de independência, é necessário considerar o período de permanência do governo português no Brasil. A partir daí ocorreram importantes transformações políticas, sociais e econômicas que marcariam os últimos anos do domínio colonial lusitano.

O estabelecimento do governo português no Brasil encerrou quatro séculos de monopólio comercial, ao mesmo tempo em que pôs em prática uma política de aumento de impostos. Porém, enquanto as mudanças nas relações comerciais da Colônia favoreceram a burguesia comercial inglesa (em detrimento dos comerciantes reinóis), o aumento de impostos prejudicou as camadas populares, parcelas da burguesia comercial, e até mesmo os grandes proprietários agrários.

Retorno do rei a Portugal

Assim, o descontentamento com o governo de dom João 6º. não tardou a se manifestar. Em 1817, eclodiu a insurreição pernambucana, que não teve êxito. Em 1820, o reino de Portugal foi palco da revolução Liberal do Porto. Os revolucionários lusitanos convocaram as Cortes Gerais. Entre suas deliberações, exigiram o retorno imediato de dom. João 6º. a Portugal. O monarca decidiu voltar, mas antes de fazê-lo concedeu poderes ao seu filho dom Pedro, para governar o Brasil na condição de regente.

As Cortes de Lisboa promulgaram uma série de decretos anulando os poderes regenciais de dom Pedro. Quando ficou evidente que as Cortes tinham por objetivo recolonizar o Brasil, começou a se formar uma ampla aliança anticolonialista, integrada por diversas forças sociais que compunham a sociedade brasileira daquele período. Mas as lideranças desses grupos divergiam profundamente sobre os rumos do movimento de independência.

Conservadores e radicais

Para os conservadores, a independência pressupunha tão somente a obtenção de autonomia administrativa e liberdade de comércio. Os radicais, porém, defendiam a ruptura com a antiga metrópole, e iam além, ao questionar as relações de dominação vigentes, baseada no trabalho escravo e na grande propriedade agrária. Os partidários do conservadorismo estavam vinculados aos grandes proprietários, ao comércio e à burocracia oficial. O representante mais notório do pensamento conservador foi José Bonifácio de Andrada e Silva.

Já os radicais tinham maior inserção entre bacharéis, letrados, padres, jornalistas, funcionários públicos e militares. Entre os defensores do radicalismo estão Gonçalves Ledo, Januário da Cunha Barbosa e Cipriano Barata. A união desse grupo heterogêneo resultou na criação do Partido Brasileiro, também conhecido por Partido da Independência, que daria sustentação social e política ao movimento de independência.

O "dia do Fico"


Pressionado pelas Cortes de Lisboa para regressar à Portugal, dom Pedro recebeu, em janeiro de 1822, uma petição com 8 mil assinaturas solicitando a sua permanência. Sua decisão foi tomada com base numa frase célebre: "Como é para o bem do povo e felicidade geral da nação, estou pronto, diga ao povo que fico", que deu origem ao chamado "dia do Fico". A decisão expressou publicamente a adesão do regente à causa brasileira.

A partir de então, sucederam-se os atritos políticos com as Cortes de Lisboa. Ministros portugueses pediram demissão. Formou-se um novo ministério, e José Bonifácio de Andrada e Silva foi nomeado ministro do Reino e Negócios Estrangeiros. Em maio de 1822, o príncipe regente aceitou o título de Defensor Perpétuo do Brasil, oferecido pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro. Em junho, decidiu convocar uma Assembléia Constituinte. Em agosto, resolveu considerar inimiga as tropas portuguesas que eventualmente desembarcassem no Brasil.

"Independência ou morte"

As Cortes de Lisboa elaboraram um decreto que anulava os poderes de dom. Pedro. Este último acontecimento, teve como conseqüência a declaração formal de independência do Brasil, proclamada por dom Pedro em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo: "É tempo (...) independência ou morte (...) Estamos separados de Portugal". Em dezembro de 1822, ele foi coroado imperador do Brasil, tornando-se Pedro 1º. Iniciavam-se o Império e o Primeiro reinado.


fonte: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u6.jhtm

Dia da Independência I

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Blog Especial: Conheça o Ensino Especial da Escola Everaldo



A história do Ensino Especial na Escola Everaldo Vasconcelos Júnior, localizada no município de Santana, surge em 2003. Incluindo na escola deficientes mentais e auditivos. Acompanhados pelas professoras: Isabel Prata (Deficiente Mental) e Maria Célia Cohen (Deficiente Auditivo). Em 2005, a Professora Elisete Siqueira de Miranda assume o lugar de Isabel Prata e passa a atender alunos com deficiência mental.



Hoje, a escola atende 1.305 alunos distribuídos em três turnos. Cerca de 11 alunos são inclusos e recebem atendimento educacional especializado, por apresentarem algum tipo específico de limitação. Sendo que cinco possuem deficiência auditiva e seis tem deficiência mental. Distribuídos no Ensino Fundamental e Médio.



O Atendimento Educacional EspecializadoAEE estabelece horário no contra turno. Há alunos especiais que frequentam o atendimento duas vezes na semana e outros menos. O atendimento é de acordo com a necessidade de cada aluno. A duração do Ensino Especial é de duas horas ou mais, vai depender da participação do aluno e aprendizagem nas atividades escolares. Esse atendimento não substitui o ensino comum e nem pode fazer adaptações aos currículos e às avaliações de desempenho. Vale lembrar, não se deve confundir como reforço escolar.



A sala de recursos é o nome que se dá a sala do Ensino Especial. Onde o aluno busca alternativas de superação de dificuldade de aprendizagem. Visto que neste ambiente com atendimento especializado, a metodologia e o recurso didático é diferenciado com atividades complementares ou suplementares. De acordo com as disciplinas estudadas de cada série em curso.


E como o professor da classe comum avalia o aluno especial?


Cabe aos professores regentes estarem avaliando o progresso e desenvolvimento, as competências e habilidades do aluno normal e do aluno especial. A avaliação deve ter todos os critérios que contribuirá para o crescimento intelectual dos alunos independentemente de ser deficiente ou não.



A coordenação pedagógica da escola trabalha juntamente com o professor especial. Com o objetivo de informar aos professores regentes de cada turma as necessidades educacionais de cada aluno.



Planejar as estratégias diferenciadas é garantir a participação dos alunos especiais em todas as atividades e projetos escolares. Eles estão inclusos na escola! É importante lembrar que a inclusão é um direito assegurado na Constituição Federal e na LDBEN (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9394/96) e que todos os alunos têm direito a educação com igualdade.











Professora Elisete Siqueira de Miranda

Pedagoga e Especialista em Gestão do Trabalho Pedagógico: Supervisão Escolar e Orientação Educacional
Apesar de ter sido ontem, mas o Blog registra uma pequena homenagem aos profissionais de Educação Física que atuam na Escola Everaldo. Lamento não ter conseguido fotos das outras Professoras mas registro desde já meus parabéns pela passagem de seu dia!!

Professora Keyse Simone
Professora Elizabeth Simone
Professora Ediandra Souza
Ana Fonseca, que é acadêmica de Educação Física

Ediandra e Ana Fonseca

Dia do Professor de Educação Física

Autor: Juscelino Tanaka


 O dia do professor de educação física é, originalmente, celebrado no dia 15 de junho. Porém, com a regulamentação da profissão no dia 1º de setembro de 1998, criou-se uma polêmica.



Aqueles que são a favor da regulamentação – ou seja, que o Conselho Federal de Educação Física zele pela qualidade do serviço do profissional de educação física – querem que o dia seja mudado para 1º de setembro. Mas nada ainda está resolvido. O importante é que a maioria dos profissionais nem sabe que existe um dia dedicado a eles.


Com a onda do culto ao corpo, os professores de educação física conseguem espaço no mercado de trabalho. O problema é que, muitas vezes, as academias contratam pessoas sem qualificação necessária, nivelando os salários por baixo.


Basta o sujeito ser meio forçudo que acaba conseguindo o emprego, tomando o lugar de profissionais formados. Um professor de verdade sabe que é preciso checar a respiração do aluno, conferir o batimento cardíaco, o cansaço, sempre evitando que ele ultrapasse o limite. Aquecimentos e movimentos corretos são preocupações constantes.



fonte: http://mensagensepoemas.uol.com.br/professores/educacao-fisica-5.html#ixzz0yJjnmPKl


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Educomunicador é fundamental para comunicação plural

Desirèe Luíse

“Há a necessidade de entender que o usuário é protagonista no processo de aquisição de conteúdo. A relação de emitir e receber informação jamais deve ser unidirecional. Um diálogo tem que ser estabelecido”. A afirmação foi feita pelo gerente de programação e jornalismo do Canal Futura, João Alegria, ao iniciar o debate “O profissional da educomunicação”. Nesse contexto, o papel do educomunicador é essencial para estabelecer uma comunicação mais plural, afirmaram os participantes do evento.

A discussão fez parte do II Encontro Brasileiro de Educomunicação, ocorrido na última semana em São Paulo (SP), na Escola de Comunicação e Artes (ECA) na Universidade de São Paulo (USP). Ligada ao direito informacional, a educomunicação é uma forma de se comunicar educando, quando algo é escrito ou falado com a intensão de ensinar e trocar informações.

“O perfil do educomunicador para trabalhar na televisão deveria ser um profissional que atua em redes colaborativas, que se configurem como ambientes educacionais de baixa hierarquização, de grande diversidade e autonomia”, ressaltou o gerente do Canal Futura. “Ele pode atuar na realização de programas, na produção, na articulação dos diferentes setores que acabam se relacionando com a televisão e a mobilização social. Isso aponta para uma TV de interesse público”, completou.

A coordenadora do núcleo de comunicação comunitária da Associação Cidade Escola Aprendiz, Marina Rosenfeld, falou sobre o educomunicador na área não formal e ligado à comunicação comunitária. Segundo ela, o profissional deve atuar como um mediador no processo de reflexão e relação com o espaço, a mídia e o outro.

“Tem muita gente que faz educomunicação e não percebe . Trabalhamos com agências comunitárias de notícias e este projeto não será sustentável se a pessoa não se sentir com autonomia suficiente e responsável pelo processo”, afirmou a coordenadora.

Dessa forma, Marina explicou que o educomunicador deve ser muito presente no início das ações com a comunidade, mas que ao longo de tempo a ideia é que os próprios moradores tomem a frente. “Tivemos uma experiência no Grajaú - bairro da zona sul da cidade de São Paulo -, onde levamos nossos educomunicadores. No processo, trabalhou-se muito com a co-gestão a ponto de que uma pessoa da comunidade se colocou como educomunicador no final e veio aprender como fazer junto com nossos profissionais”.

A Editora da Revista Viração, Lilian Romão, disse que “cada experiência pode ser formativa desde seja possível o olhar com a perspectiva da educomunicação”. Ela lembrou que a publicação surgiu como uma experiência educomunicadora. Hoje em dia, a produção da revista conta com a participação de conselhos editoriais jovens de 22 estados, representantes de escolas públicas e particulares, projetos e movimentos sociais.

Possibilidade de emprego

“Cada vez mais precisamos de profissionais com forte formação humanista, teórica e não técnica. Também, não é só a área de humanas que precisa de educomunicadores”, revelou Maria Cristina Costa, coordenadora do curso de especialização em gestão da comunicação da ECA.

Para ela, a área é emergente até mesmo entre as empresas. O departamento do qual faz parte realizou uma pesquisa, entre outubro de 2007 e abril de 2008, comprovando. A pesquisa analisou os projetos finais dos alunos do curso de especialização em gestão da comunicação. Com o objetivo de desenvolver um projeto de intervenção para uma instituição de sua escolha, a maioria escolheu empresas privadas – 41% dos 234 projetos analisados. “Ou seja, há mercado para esse profissional”, acredita Maria Cristina. Aproximadamente 30% dos alunos escolheram trabalhar no setor público e 12% no terceiro setor.



fonte: http://aprendiz.uol.com.br/content/cuslicowej.mmp
Total de alunos do 9º ano de públicas que dizem ter matado aula é o dobro do das particulares
Rafael Targino
Em São Paulo

IBGE traz números sobre alunos que faltam à aula sem os pais saberem
 
A PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 2009, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostrou que o percentual de alunos de escolas públicas do 9º ano do ensino fundamental que admitiram ter matado escola nos 30 dias anteriores ao levantamento é mais que o dobro do das privadas. No total, 18,5% de todos eles faltaram às aulas sem autorização dos pais.

Segundo a pesquisa, divulgada na última sexta-feira (27), 20,7% dos estudantes da rede pública disseram que haviam matado aula, contra 10,1% dos das particulares. A cidade onde mais os alunos de públicas mataram aula foi Cuiabá (25%), seguido por Recife (24,9%) e Porto Alegre (24,2%). Dentre os da rede privada, as líderes do ranking são Palmas (18,2%), Boa Vista (15,9%) e Cuiabá (14,8%).

De acordo com o IBGE, a cidade onde menos os estudantes de instituições públicas de ensino disseram que haviam faltado aula sem autorização dos pais foi Rio Branco; entre as particulares, Porto Velho.
Quando se consideram todos os alunos, sejam eles de públicas ou particulares, Cuiabá continua na liderança dos faltosos, com 23,4%. Teresina é onde menos, no geral, os estudantes faltam sem autorização dos pais (12,4%).

Para a professora Inês Barbosa de Oliveira, da Faculdade de Educação da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), o problema não é a escola em si –mas as políticas públicas feitas para a educação. “A culpa não é da escola. O problema está na política educacional que torna a escola precária, na política geral do país que não garante emprego em quantidade necessária para os que estudam se colocarem no mercado de trabalho. Isso cria um círculo vicioso”, afirma.

Segundo Inês, um outro motivo é a própria dinâmica de controle de presenças. “Há aí um sistema de controle mais eficiente nas escolas particulares, porque os pais pagam também com a expectativa que se controle a frequência dos alunos com rigor. Tem um sistema mais eficaz na escola particular”, diz. Ela lembra também que, provavelmente, muitos alunos –de públicas e particulares– omitiram suas faltas.

Tempo livre

O IBGE também perguntou aos estudantes se os pais sabiam o que eles estavam fazendo durante o tempo livre que tiveram nos 30 dias anteriores à pesquisa. Mais de 55% (55,8%) responderam que os pais sabiam – a maioria deles em Florianópolis (64,3%).




fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/08/31/total-de-alunos-do-9-ano-de-publicas-que-dizem-ter-matado-aula-e-o-dobro-do-das-particulares.jhtm

Amapá em Destaque

Wellington - Professor de História
O professor Wellington Mendonça avisa que ocorrerá  nesse mês de setembro, mas precisamente no dia 30 mais um de seus projetos o "Revisitando a História do Amapá: Valorizando nossas tradições". O projeto tem como principal objetivo resgatar a nossa história, a memória através da cultura e de nossa identidade como amapenses.

Esse resgate terá como ponto de partida os monumentos que dão conta desse passado, através de exposições fotográficas, da dança e de exposição de trabalhos. A previsão, caso não haja alteração, é que tudo ocorra no dia 30.09 no período da tarde das 16 as 17:30, e envolverá as turmas 823, 121,122,123,124,221 e 222.