sábado, 18 de setembro de 2010

Somente metade dos adolescentes entre 15 e 17 anos está no ensino médio

Rafael Targino
Em São Paulo
Atualizado às 11h56

Apenas metade (50,9% do total) dos adolescentes entre 15 e 17 anos está no ensino médio, que é o nível adequado para a idade. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais, feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009.
O índice, que é a taxa de escolarização líquida, vem melhorando nos últimos 10 anos –era de 32,7% em 1999 e de 44,2% em 2004. Esse número indica a proporção da população em determinada faixa etária que está no nível de ensino certo para a idade.
De acordo com o IBGE, a baixa escolarização nas idades analisadas é causada pelos atrasos no ensino fundamental. Segundo o instituto, 97,6% dos que têm entre 6 e 14 anos, faixa recomendada para a etapa, estão na escola. Ou seja: boa parte deles ainda não consegue passar para o ensino médio ao fim do fundamental.
Quando é feita a comparação com o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), é possível perceber que mesmo os que conseguem chegar ao ensino médio têm defasagens no aprendizado. O índice da etapa subiu apenas 0,1 ponto (de 3,5 em 2007 para 3,6 em 2009) em dois anos.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse, na época da divulgação, que o resultado pífio do Ideb no ensino médio era esperado. “Quando você começa a melhorar, essa melhora se dá por onda. Uma onda que vai se propagando ao longo do ciclo. Você consegue ter um desempenho, uma arrancada mais forte nos anos iniciais que vai se propagando”, afirmou.
No ensino médio, é recomendado que o estudante de 15 anos esteja no 1º ano; o de 16, no 2º; e o de 17, no 3º. A estimativa é que o aluno comece a cursar o ensino superior por volta dos 18.

Norte e Nordeste

A situação é mais grave nas regiões Norte e Nordeste. Neles, apenas dois em cada cinco adolescentes entre 15 e 17 frequenta o ensino médio. No Sudeste, ao contrário, mais de 60% dos jovens estão nos três últimos anos da educação básica.
Apesar de o número ainda ser baixo no Nordeste (39,2%), ela foi a que mais cresceu nos últimos dez anos: 22,5 pontos percentuais. Em 1999, o índice era de 16,7%.

Renda

O IBGE mostra também que a renda familiar influencia na presença do estudante desta etapa no ensino médio. Os dados nacionais mostram que apenas 32% dos alunos da faixa mais pobre da população estão no ensino médio. Na camada mais rica, esse total sobe para 77,9%.


fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/09/17/somente-um-em-cada-dois-jovens-entre-15-e-17-anos-esta-no-ensino-medio.jhtm

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Projeto divulgará metodologia que faz de jovem protagonista da escola

Desirèe Luíse
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Até o final de 2010, os resultados do projeto Jovem de Futuro — que incentiva alunos a pensar em soluções para problemas da escola — deverão ser sistematizados como uma metodologia. Após três anos de aplicação em 98 escolas públicas de ensino médio, o objetivo é organizar dados e avaliações que verifiquem o impacto do projeto na aprendizagem dos jovens.

Os resultados deverão ser apresentados às secretarias estaduais de educação nos estados onde o projeto é aplicado (SP, RJ, MG e RS). A ideia não é tentar emplacar um modelo nas mais de 26 mil escolas de ensino médio do país, mas disseminar a proposta como uma alternativa para aumentar o rendimento dos alunos.

“Primeiro concebemos e testamos o projeto. No segundo passo, vimos como o projeto funciona em escala maior. Depois, entramos na parte de disseminar para a rede”, explica o Coordenador Nacional do Jovem de Futuro, Vanderson Berbat.

Com duração de três anos, o Jovem de Futuro reúne ações, métodos e tecnologias que proporcionam às escolas um modelo de gestão participativa. Uma das ações é a formação dos chamados Agentes Jovens, que tem como intuito mobilizar garotos e garotas das instituições de ensino, além de ampliar a atuação deles na comunidade.

“Queremos que o jovem seja protagonista, ator dentro da escola. Além de beneficiar a si próprio, beneficia também o seu entorno. Ele percebe que tem uma serie de responsabilidades para melhorar a escola. Trabalhamos com mobilização para ele pensar qual é o modelo de escola que ele quer”, diz o coordenador.

Reconhecido por Berbat ainda como um grande desafio, diminuir a evasão escolar também é um dos objetivos do projeto. “O que percebemos é que quando as escolas são convidadas a pensar nos seus problemas junto com a comunidade, elas conseguem reagir melhor”, acredita.

De acordo com o coordenador, é falsa a ideia de que a situação das escolas públicas não pode ser melhorada. “Pode sim. Com um investimento de 10% do que o sistema público gasta por aluno por ano [R$170], aliado a assessoria e estratégia, é possível que os alunos tenham um rendimento duas vezes melhor do que em uma escola sem o Jovem de Futuro”.

O Instituto Unibanco, idealizador do projeto, vai organizar um fórum nacional em 25 de novembro. Jovens das 98 escolas do projeto vão participar do encontro. A previsão é de que aproximadamente 480 deles estejam presentes. 



fonte: http://aprendiz.uol.com.br/content/dretrothup.mmp

O desafio da inclusão escolar

Por Içami Tiba


 A inclusão escolar é uma recomendação baseada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96.

Fica a pergunta: Qual a população que já está excluída da escola e que necessita desta recomendação?

É a população formada por pessoas que não conseguiram ser matriculadas por apresentarem diferentes deficiências (visuais, auditivas, da fala, mentais etc) que dificultassem o aprendizado regular. São as pessoas deficientes visuais, auditivas, mentais etc., que necessitam de recursos especiais para o aprendizado natural, apresentado pela maioria da população.

A lei acima tem boa intenção, pois muitos cadeirantes estão excluídos não pela dificuldade de aprendizado, mas de locomoção. Assim como a sociedade ainda é deficiente para atender as demandas dos cadeirantes, a escola também é, pois não apresenta condições físicas satisfatórias, tais como banheiros e refeitórios adaptados ou rampas e facilitações de acesso que possibilitem o seu direito de ir e vir sem depender de terceiros. O descaso de cidadãos sem ética nem civilidade que não respeitam nem as demarcadas vagas de carros a cadeirantes também ocorre na escola. Ou não seria o caso desta exclusão já existir na escola? Há deficiências físicas, como a de voz, a visual e a auditiva, em que as pessoas que as têm apresentam inteligência compatível com o aprendizado escolar, mas necessitam de ajuda de terceiros ou de recursos especiais para o seu aprendizado. Muitas escolas teriam que se adaptar para receber os cadeirantes para não exigir demais a ajuda de terceiros. Acredito no desenvolvimento da cidadania e civilidade de todos os envolvidos na inserção do cadeirante.

Uma sociedade deveria ter a possibilidade de atender a todos os tipos de deficiências. Isso poderia ser feito também na escola, para benefício inclusivo em salas de aula, desde que também houvesse pessoas e/ou recursos auxiliares extras, como a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para surdo-mudos, leitura Braille para cegos etc. Uma pessoa com deficiência deveria freqüentar uma escola regular, desde que contasse também com professores especialmente capacitados.

Para que a citada recomendação fosse à prática diária dos professores em sala de aula seriam necessárias no mínimo duas medidas iniciais:

  1. Acabar com a cultura da expulsão do aluno da escola e da sala de aula. As autoridades pedagógicas que usam deste expediente estão praticando a cultura da exclusão. Esta exclusão escolar alimenta a exclusão social, sejam lá quais forem os motivos nas quais se fundamentem os pedagogos. Antigamente, os leprosos eram excluídos da sociedade por não conhecerem na época os tratamentos que hoje são praticados.
  2. Desenvolver e promover a cultura da inclusão de alunos regularmente matriculados através de medidas de adoção daquele aluno que seria expulso (por não fazer a lição, não estar de uniforme, perturbar o bom andamento da aula, confrontar autoridade pessoal dos pedagogos, etc.). O líder pedagógico e professores em geral poderiam estimular os alunos a adotarem alunos perturbadores. Poderiam acolher colegas voluntários que pudessem funcionar como tutores pessoais dos alunos em defasagem para ajudá-los a serem incluídos.
Não será por uma recomendação legal que os alunos que apresentam algumas deficiências serão incluídos em salas de aulas regulares, pois estes alunos sentir-se-ão mais excluídos se não receberem os cuidados de que realmente precisam. A inclusão será natural quando os professores forem capacitados para trabalharem também com as diferenças pedagógicas já no seu currículo de formação acadêmica ou como atualização obrigatória dos professores já formados.



fonte: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/2010/09/14/o-desafio-da-inclusao-escolar.jhtm

Mulheres mais escolarizadas têm menos filhos, confirma IBGE

Isabela Vieira
Da Agência Brasil
No Rio de Janeiro

Quanto mais as mulheres estudam, menos filhos têm. É o que constata pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada hoje (17). O documento revela que mulheres com até sete anos de escolaridade têm quase o dobro de filhos do que aquelas que passaram oito anos ou mais no bancos escolares.

Realizada com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, a Síntese de Indicadores Sociais mostra que a taxa de fecundidade está caindo no Brasil nas últimas décadas e relaciona o índice com o nível de instrução das mães.
No caso de mulheres com menos de sete anos de estudo, a pesquisa revela que elas têm filhos mais cedo - a maioria, entre 20 e 24 anos (37% do total). Entre as adolescentes, de 15 a 19 anos, que têm menos de sete anos de estudo, 20,3% são mães.

O estudo considera alto o índice de adolescentes grávidas e alerta que essa situação atrapalha a vida das jovens. "O dado revela o lado cruel do aumento da fecundidade na adolescência, fator que dificulta o processo educacional e a inserção de adolescentes no mercado de trabalho".

Por outro lado, entre as mulheres com mais de oito anos de estudo, as taxas de fertilidade são de 25% para aquelas entre 20 e 24 anos e de 24,8%, entre as de 25 a 29 anos. Dessa maneira, as mulheres com mais escolaridade são mães, em média, com 27,8 anos, enquanto aquelas que não terminaram o ensino fundamental têm filhos com 25,2 anos.

A cor ou raça também é determinante em relação ao número de filhos. As mulheres negras (pretas e pardas, segundo critério do IBGE) têm famílias maiores. Não há muitas diferença regionais, porém a pesquisa destaca que no Sudeste as brancas têm a menor taxa de fecundidade (1,55 filho) do país e no Norte, as negras têm mais filhos (2,67 por mulher).
"Isso, talvez, se dê em função da escolaridade e da renda. Quando consultamos menores rendimentos, a maioria delas se declara preta e parda. Tem uma correlação positiva entre escolaridade, renda e cor muito flagrante”, justificou a pesquisadora Ana Lúcia Sabóia.
Embora persistam desigualdades, a fecundidade tem caído no país nos últimos anos, apesar do aumento em relação a 2008 (1,89 filho por mulher). Entre 2000 e 2009, a taxa passou de 2,39 para 1,94, aproximando-se da de países europeus (1,51 filho por mulher). Na América Latina e no Caribe, a média é de 1,17.

A pesquisa também destaca que no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, as taxas de fecundidade são as menores do país, 1,63 e 1,67 filho por mulher, respectivamente. No Acre e no Amapá, as famílias são mais numerosas, com taxas de fecundidade de 2,96 e 2,87.




fonte:http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/09/17/mulheres-mais-escolarizadas-tem-menos-filhos-confirma-ibge.jhtm

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Desfilar é legal porém...

Apesar da localização ter sido ótima esse ano, o desfile foi na Av. Santana, que fica bem ao lado de nossa escola, mas seria bom a organização do desfile começar a pensar em um outro horário para o evento. Desfile pela manhã, sendo que primeiro desfilam todas as escolas municipais e as estaduais são sempre as últimas, então imaginem o sol das 11h na cabeça, sem nenhuma sombra pra nos proteger. Que tal os organizadores para que nos próximos anos façam o desfile no finalzinho da tarde? #ficaadica

olha as professoras se escondendo na sombra do poste
olha lua das onze horas da manhã
Profª. Luciene, arrajando uma sombra!!
esse era o lugar mais disputado durante a concentração
olha o poste de novo

13 de Setembro

O dia 13 de Setembro é um dia de festa, pois nesta data se comemora a emancipação do Amapá, período em que foi criado o Território, do Estado do Pará. No dia 13 de Setembro de 1943 o Amapá foi elevado ao nível de Território Federal de acordo com o decreto-lei nº 5.814

Como todo ano as escolas do município de Santana promove o Desfile Cívico, e esse ano o Tema foi o Regaste a História do Muncípio de Santana. A Escola Everaldo coube a responsabilidade de homenagear os Salões de Festa mais tradicionais da cidade, como  São Luiz, São José, Mistura Fina e o Sítio do Abdon, vale destacar que durante o desfile a Profª. Michele estava no palanque oficial apresentando a Escola Everaldo, além das demais escolas que fazem parte do NAE-18.

Confira alguns momentos do desfile!

sábado, 11 de setembro de 2010

Falta de divulgação é obstáculo na inclusão de estudantes com deficiência nos esportes

Ana Okada
Em São Paulo

Matheus Rheine Corrêa de Souza, 17, e sua mãe, Roseli Maria Corrêa, 48, nas Paraolimpíadas Escolares


A falta de divulgação dos esportes paraolímpicos ainda é um dos principais obstáculos que os estudantes com deficiência enfrentam para a prática esportiva. Segundo Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, não há tanta divulgação desses esportes nas escolas: "É uma coisa que tentamos no passado, mas temos dificuldade para fazer devido à grande quantidade de instituições", diz.
Outra dificuldade é a falta de capacitação dos professores de educação física da rede pública. "O que acontece muito é que esse aluno acaba fazendo trabalho teórico ou fica sentado, sem fazer nada. Isso faz com que ele se distancie do esporte", diz. Parsons salienta, no entanto, que a grande maioria das cidades do país já têm entidades que oferecem esportes para esse público. Um modo de encontrar os locais que têm esportes paraolímpicos é o site do comitê.
Segundo o presidente, a transmissão televisiva dos "Jogos Olímpicos" de Atenas, em 2004, foram importantes para a difusão desses esportes. Ele conta que, antes, as pessoas não sabiam que tratava-se de uma competição com atletas de alto rendimento, assim como as olimpíadas. "Essa questão do ídolo é muito importante: as pessoas se espelham no Zico, no Pelé; é importante as crianças terem um ídolo que nem elas. Quando você investe na categoria escolar, você garante a continuidade do esporte."

Desenvolvimento

Marcos Vieira da Silva Santos, 19, é deficiente e, quando pequeno, precisaria tomar hormônios: após começar a praticar natação, aos oito anos, ele não precisou mais. Segundo sua mãe, Maria do Carmo Vieira, 51, o esporte, além de desenvolver fisicamente o filho, deu-lhe calma e facilitou sua alfabetização.
Apesar de ele ter feito esportes sempre em associações gratuitas, a mãe conta que não foi fácil conseguir uma vaga para Santos. "Você só conseguia se conhecesse alguém de lá. Acho que hoje as coisas estão mais fáceis, mas sempre tem lista de espera", diz.

Olimpíadas

Matheus Rheine Corrêa de Souza, 17, nada desde os três anos, incentivado pelo pai. Ele, que está na seleção Brasileira permanente jovem, é cego de nascença e, nas Olimpíadas Escolares, conquistou cinco medalhas de ouro. "A expectativa dos treinadores é que eu vá para as Olimpíadas de 2016, mas meu sonho mesmo é ir já para 2012, nem que eu só consiga só um bronze", diz. O atleta se divide entre os treinos de natação, a musculação e o terceiro ano do ensino médio.
A mãe de Souza, Roseli Maria Corrêa, 48, também acha que falta divulgação e incentivo para os deficientes praticarem esportes: "A vida de um deficiente que começa no esporte é um antes e um depois. Eles se animam mais, ficam mais independentes. Devia ter gente buscando mais isso, é fantástico", diz.




fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/09/10/falta-de-divulgacao-ainda-e-obstaculo-na-inclusao-de-estudantes-com-deficiencia-nos-esportes.jhtm

Entenda o que é o Fundeb; Amapá deve colocar mais de R$ 460 milhões no fundo neste ano

Da Redação
Em São Paulo

O Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) é o instrumento utilizado pela União e por Estados e municípios para o financiamento das modalidades básicas de ensino –do infantil ao médio. Em 2010, o Amapá, Estado que teve o governador preso nesta sexta-feira (10) suspeito de desviar dinheiro do fundo, prevê colocar R$ 465,8 milhões no Fundeb.

O Fundeb substituiu, em 2007, o Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério), que financiava somente o fundamental.

O cálculo é baseado na arrecadação de impostos e tributos locais e cada estado tem seu próprio fundo. O valor pode ser complementado pela União caso o total não atinja o valor mínimo por aluno estabelecido pelo MEC (Ministério da Educação). O Amapá, de acordo com o órgão, não vai utilizar o dinheiro do governo federal para atingir a meta, que é de R$ 1.414,85 em 2010.

O dinheiro cai nas contas das secretarias de educação de forma automática. A distribuição às redes públicas estaduais e municipais é feita de acordo com o número de alunos contabilizados no censo da educação, organizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

Nesta sexta, o governador do Amapá, Pedro Paulo (PP), o ex-governador Waldez Góes (PDT) e mais 10 pessoas foram presos pela Polícia Federal suspeitos de participarem de um esquema de desvio de verbas do Fundeb e do Fundef. A assessoria de imprensa do governo amapaense disse que vai esperar a PF se manifestar para comentar a prisão do governador.




fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/09/10/entenda-o-que-e-o-fundeb-amapa-deve-colocar-mais-de-r-460-milhoes-no-fundo-neste-ano.jhtm
Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.
Atribui-se às Línguas de Sinais o status de língua porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.
O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-auditivas são denominados sinais nas línguas de sinais.
O que diferencia as Línguas de Sinais das demais línguas é a sua modalidade visual-espacial.
Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês etc.
Os seus usuários podem discutir filosofia ou política e até mesmo produzir poemas e peças teatrais.
Informações Técnicas

1 LIBRAS
 
A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tem sua origem na Língua de Sinais Francesa.
 
As Línguas de Sinais não são universais. Cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional.
 
Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua.

2 Sinais
 
Os sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos. Nas línguas de sinais podem ser encontrados os seguintes parâmetros que formarão os sinais:

2.1 Configuração das mãos: São formas das mãos que podem ser da datilologia (alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão direita para os destros ou esquerda para os canhotos), ou pelas duas mãos.
 
Os sinais DESCULPAR, EVITAR e IDADE, por exemplo, possuem a mesma configuração de mão (com a letra y). A diferença é que cada uma é produzida em um ponto diferente no corpo.

2.2 Ponto de articulação: é o lugar onde incide a mão predominante configurada, ou seja, local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro.

2.3 Movimento: Os sinais podem ter um movimento ou não. Por exemplo, os sinais PENSAR e EM-PÉ não têm movimento; já os sinais EVITAR e TRABALHAR possuem movimento.

2.4 Expressão facial e/ou corporal: As expressões faciais / corporais são de fundamental importância para o entendimento real do sinal, sendo que a entonação em Língua de Sinais é feita pela expressão facial.

2.5 Orientação/Direção: Os sinais têm uma direção com relação aos parâmetros acima. Assim, os verbos IR e VIR se opõem em relação à direcionalidade.

3 Convenções da LIBRAS

3.1 A grafia: os sinais em LIBRAS, para simplificação, serão representados na Língua Portuguesa em letra maiúscula. Ex.: CASA, INSTRUTOR.

3.2 A datilologia (alfabeto manual): usada para expressar nomes de pessoas, lugares e outras palavras que não possuem sinal, estará representada pelas palavras separadas por hífen. Ex.: M-A-R-I-A, H-I-P-Ó-T-E-S-E.

3.3 Os verbos: serão apresentados no infinitivo. Todas as concordâncias e conjugações são feitas no espaço. Ex.: EU QUERER CURSO.

3.4 As frases: obedecerão à estrutura da LIBRAS, e não à do Português. Ex.: VOCÊ GOSTAR CURSO? (Você gosta do curso?)

3.5 Os pronomes pessoais: serão representados pelo sistema de apontação. Apontar em LIBRAS é culturalmente e gramaticalmente aceito.

Para conversar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais de forma solta, é necessário conhecer a sua estrutura gramatical, combinando-os em frases.



fonte:http://www.libras.org.br/libras.php 




Treina Aí! 

 

Pare e Pense!

O Brasil sempre nos apresenta um escândalo novo a cada dia. Quando pensamos que nada pode mais nos surpreender uma novidade aparece e ficamos cada vez mais estarrecidos, dinheiro que deveria ser investido na educação de nossas crianças e jovens desviados, o que já não é surpresa nenhuma para grande parte da população basta ver como estão grande parte de nossas escolas. Por isso para ilustrar esses momentos de angústia e revolta recorro a dois grandes mestres de nossa música. Músicos, de épocas diferentes, mas que de uma certa forma retratam muito de nosso cotidiano. Por essa razão Leia, reflita e depois comenta ai na caixinha de comentários!

Se Gritar Pega Ladrão
Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão
Se gritar pega ladrão, não fica um
Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão
Se gritar pega ladrão, não fica um

Você me chamou para esse pagode,
e me avisou: "Aqui não tem pobre!"
Até me pediu pra pisar de mansinho, porque sou da cor,
eu sou escurinho...
Aqui realmente está toda a nata: doutores, senhores,
até magnata
Com a bebedeira e a discussão, tirei a minha
conclusão:

Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão
Se gritar pega ladrão, não fica um
Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão
Se gritar pega ladrão, não fica um

Lugar meu amigo é a minha Baixada,
que ando tranqüilo e ninguém me diz nada
E lá camburão não vai com a justiça, pois não há
ladrão e é boa a polícia
Lá até parece a Suécia, bacana, se leva o bagulho e se
deixa a grana,
Não é como esse ambiente pesado, que você me trouxe
para ser roubado....

Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão
Se gritar pega ladrão, não fica um
Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão
Se gritar pega ladrão, não fica um


http://www.vagalume.com.br/bezerra-da-silva/se-gritar-pega-ladrao.html#ixzz0zFCJSnRF

Brasil 

Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer

Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito é uma navalha

Brasil
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer

Não me sortearam
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada pra só dizer "sim, sim"

Brasil
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Grande pátria desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
(Não vou te trair)


© Warner Chappell / Editora Natasha
63188260


http://www.vagalume.com.br/cazuza/brasil.html#ixzz0zFDOSgnI

Mudança de Data !!!!!!! Despertar Científico - Feira de Ciências 2010 -

Profº. Cássio - Biologia
Com o intuito de Despertar nos alunos o gosto pelo conhecimento científico, a escola Everaldo irá promover sua feira científica. Que terá como objetivo principal o estimulo no aluno ao estudo da Matemática, Física, Química e Ciências. Também se espera desenvolver experimentos/demonstrações além é claro de socializar o conhecimento produzido em sala de aula em forma de feira: exposições, demonstrações, jogos, curiosidades e experimentos.



Para o Professor Cássio Silva, que é o coordenador do projeto esse ano :
“O desenvolvimento do conhecimento científico é primordial para o crescimento de qualquer país que pretende se tornar competitivo no mundo globalizado. Investir, produzir e divulgar ciência é tarefa de todo governo interessado em elevar o nível de conhecimento de seus cidadãos, que por sua vez, terão a responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento tecnológico da nação.”



A escola como instituição responsável pelo processo ensino – aprendizagem não poderia ficar de fora da transmissão do conhecimento científico. Assim, esta unidade de ensino, através da Feira de Ciências, objetiva despertar nos alunos o gosto pelo conhecimento científico, bem como estimulá-los a estudar, produzirem e divulgar o conhecimento de física, Química, Matemática e Ciências.



Desse modo, por meio dessa Feira, a escola Everaldo Vasconcelos estará contribuindo para a formação de futuros cientistas e para o desenvolvimento da ciência amapaense. A data para as exposições será o dia 09.10.10

Obrigado + Obrigado

 
imagem da internet

O Blog  chegou a 400 visitas. Obrigado por acreditar e nos visitar, sei que temos leitores assíduos e espero que a cada dia conquistemos mais e mais novos visitantes!. Reforço também que aos poucos o Blog vai ganhando mais gás, e essa é a intenção desde o início e espero que o número de visitantes aumente cada vez mais, e também volto a reforçar que a ideia do Blog é apresentar a Escola Everaldo, seus projetos e personagens além é claro de promover o debate entre a comunidade escolar
O Blog Registra o muito obrigado a Equipe que participou da Campanha de Vacinação contra a Hepatite.





a turma toda Reunida!

Poemas da Beth

Beth Zhalouth
Professora e Poetisa


Viaje na fantasia
Só razão dá apatia 
Tudo vem na imaginação    Pés só no chão é prisão  

 
desligue as luzes             Ligue-se às estrelas


transforme a mudança
 
mude a transformação


nunca diga nunca não!
  ESPERE NA ESPERANÇA...

Sonhos não envelhecem
Envelhece  quem deixou de sonhar