sexta-feira, 18 de março de 2011

Seis em cada dez professores de SP dizem que violência nas escolas causa "sofrimento"

Da Redação
Em São Paulo
 
Uma pesquisa feita pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) mostra que, para 57,5% dos professores de São Paulo, casos de violência nas escolas causam “sofrimento”. A preocupação só fica atrás de jornada de trabalho excessiva, superlotação nas salas de aula e dificuldades de aprendizagem dos alunos.
 
Na terça-feira (15), uma professora da cidade de Guaimbê (SP), ficou ferida após um estudante atirar uma carteira escolar nela. A docente havia pedido que o aluno parasse de conversar durante a aula. Ele foi suspenso por seis dias.
 
O relatório, que foi concluído em dezembro de 2010, ouviu 615 docentes dos ensinos fundamental e médio da rede paulista. O objetivo era avaliar como estava a saúde do professor estadual.
Para a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, o aumento da violência contra o professor –especialmente no interior do Estado, onde o número de casos vêm crescendo desde 2007– mostra falta de valorização docente.
“Não é um problema só do professor. É também da família e da sociedade. Como resolver isso? O menino tem que ser punido. Não tem que passar em brancas nuvens. Mas a saída não pode ser só a punição. Tem que passar pelo processo: [reforço da] autoridade [do docente], reconhecimento profissional e respeito”, afirma.

Brasil

Os casos não são exclusividade dos professores paulistas. Em todo o país, são registrados casos de violência contra docentes.
Em Porto Alegre, no ano passado, uma professora foi assaltada por um ex-aluno dentro da sala de aula. O estudante teria roubado R$ 10 para comprar crack. Em Brasília, o governo local estudava colocar câmeras dentro das escolas para combater a violência.


http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/03/17/seis-em-cada-dez-professores-de-sp-dizem-que-violencia-nas-escolas-causa-sofrimento.jhtm
 
Mudanças tecnológicas podem criar "desigualdade na leitura"

 Por Elaine Lies

TÓQUIO (Reuters) - A rápida ascensão dos livros eletrônicos pode criar uma "desigualdade na leitura," com as pessoas incapazes de arcar com o custo da nova tecnologia sendo deixadas para trás, em um período de declínio na capacidade de escrita e leitura nos Estados Unidos.

As comunidades negras onde muitos estudantes já estão ficando para trás de seus pares, membros de maiorias em termos de alfabetização, estão sob ameaça especial, disse a escritora Marita Golden --e isso a despeito do número crescente de escritores norte-americanos negros célebres, entre os quais, Toni Morrison, que conquistou um Nobel de Literatura.

"Minha maior preocupação é que a tecnologia continue aumentando essa desigualdade," disse ela à Reuters. "Não teremos apenas uma desigualdade digital mas uma desigualdade de leitura, se a leitura se tornar uma atividade que dependa de tecnologia."

"Caso a leitura venha a depender de tecnologia que precisa ser comprada, creio que a desigualdade na alfabetização persistirá e até mesmo crescerá," acrescentou.

Anos de discussão sobre o futuro dos livros em meio às amplas mudanças tecnológicas em curso, e o desejo de garantir que os escritores negros sejam incluídos nessa discussão, incentivaram Golden a conceber seu recente livro "The Word," no qual escritores negros norte-americanos falam sobre como a leitura melhorou suas vidas.

Edward Jones, que conquistou um prêmio Pulitzer por seu romance "The Known World," afirma acreditar que "a leitura e a escrita são fundamentais para ser uma pessoa melhor e ter uma vida melhor." Outros contam como ler sobre vidas parecidas com as suas ajudou a validar suas experiências e a lhes propiciar confiança.
Nesse sentido, a tecnologia dos leitores eletrônicos, por exemplo, pode ser tanto vantagem quanto problema em termos de alfabetização, disse Golden, já que leitores que poderiam se sentir intimidados diante das muitas páginas de um livro talvez se entusiasmem com a leitura em forma digital.

Além disso, considerando que a comunidade negra dos EUA tem mais celulares e smartphones do que a comunidade branca, existe o potencial de explorar um mercado maior, acrescentou. "Mas o problema é ser possível baixar tanto jogos quanto livros, e não sabemos o que as pessoas farão".




http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/17/mudancas-tecnologicas-podem-criar-desigualdade-na-leitura.jhtm

quinta-feira, 17 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

Só para registrar...

... hoje apresentou-se na Escola a nova diretora a Pedagoga Letícia Corrêa da Silva, que  fez uma pequena apresentação aos professores do turno da noite. Assim que puder o Blog irá entrevistá-la para então  postar por aqui, para que todos a conheçam.

Dica de Festa

A turma 332 está organizando uma festa para angariar fundos para sua colação no fim do ano e por isso estão promovendo uma festa que parece que vai bombar!


Baile Fest Máscaras
onde: Quadra da Escola Everaldo
Quando: 19/03 - de 19:30 a 00:00
Quanto: Ingresso antecipado R$ 2,00; 
no dia R$ 3,00

Atrações:
DJ Pierre
DJ Ita Júnior
Top DJ Yann

Parceria:
Comunidade os 100 vergonhas;
Família Hot Angels

Cobertura do Portal Caipirosca e Santana VIP

Atenção: Traje a Fantasia ou Normal com acessórios diferentes


Nota do Blog: A intenção da festa é boa, por isso espero que os que irão participar apareçam com o intuito de se divertir e ajudar a turma e não com a intenção de brigar e gerar outros transtornos. #ficaadica

Idas e Vindas...

Ana Cláudia

No Estado do Amapá o cargo de diretor escolar ainda é uma indicação política, apesar de já existir uma lei a da Gestão Democrática que ainda não foi aprovada pela Assembléia Legislatica do Estado (#fail). Por esse motivo, a cada mudança de governo acaba por acontecer a famosa "dança das cadeiras", e assim  trocas acabam sendo efeitivadas.

 
Nesse momento, a Escola Everaldo Vasconcelos acaba por se despedir de sua até então diretora Profª. Ana Cláudia Azevedo, que após um pouco mais de dois anos e meio ( Julho/08 a Mar/11) se despediu do cargo na última segunda 14/03 de forma bem animada prometendo que não iria chorar. 
Luís Carlos, Zilda e Fabíola
Uma das características de Cláudia, é justamente a animação que é uma marca dela principalmente nas festas e projetos realizados pela escola onde se envolvia pessoalmente na ornamentação e execução de algumas tarefas, no projeto Raízes de 2009 ela participou de uma atividade de dança. 

Luciene e Elisete

Um admnistrador nem sempre pode agradar a todos, por isso algumas vezes medidas mais rígidas sempre foram tomadas, principalemente durante as reuniões onde ela dava aqueles "puxões" de orelhas em nós professores mas sempre de uma forma rígida e no final com um sorriso no rosto.

Graça e Eliane

É uma pena, pois por todos os dois anos e meio de convivência acabamos por nos apegar e a se acostumar com a pessoa e ao seu estilo de trabalho, mas como sua permanência é algo que foge de nosso alcance o Blog deseja tudo de bom para Cláudia, e que ela consiga trilhar novos caminhos e consiga novas oportunidades.



A escola está na expectativa da apresentação do novo diretor(a), que provavelmente será nesta quarta-feira, e que o mesmo(a) sinta-se bem vindo(a) a Família Everaldina, que juntos possamos contruir uma educação justa e igual para todos.



P.S: Durante a despedida no turno da noite foi realizada uma pequena festinha para despedida de Cláudia, e até algumas revelações foram feitas, como por exemplo Cláudia revelou que quando fazia estágio para o Magistério, a orientadora que assinou suas fichas foi nada mais, nada menos que a Zilda (zildinha para os íntimos), foi um momento de descontração.

Zilda é técnica da escola Everaldo

terça-feira, 15 de março de 2011

Que coisa feia!

com tantas campanhas na TV ainda se deixa acumular lixo dessa forma


Em frente a escola um montão de lixo acumulado, que só enfeia a cidade e serve de berço para o mosquito da Dengue. Vale lembrar que segundo relatos d emoradores da área existem muitos focos de mosquito da dengue, várias pessoas da proximidade da escola já contrairam a doença. #prontofalei

De olho na Segurança

área externa da escola Everaldo
Desde a semana passada, ouvi relatos de alunos que reclamavam da falta de segurança na área externa da escola, então o Blog resolveu dar uma espiadinha nessa parte da escola no horário de saída dos alunos do turno da noite que é 22:40.

escuridão no horário de saída



Na frente da escola existem três postes,contudo apenas dois funcionam, dos que funcionam cada um fica numa esquina da rua, que é a Eno mesmo período em que a escola foi fundada, as árvores possuem copas muito grandes e isso ajuda na escuridão  em frente ao prédio.

Em frente a escola existe o campo de futebol do bairro Paraíso, em dia de jogo no campo como hoje, ligam-se os refletores e isso contribui para ajudar na iluminação, porém não é sempre que o mesmo é utilizado e quando ele não está sendo utilizado fica a escuridão total também na área do campo.


poste com lâmpada queimada
Alguns alunos relataram ao Blog que já ocorreram assaltos em frente a escola, semana passada uma aluna teve seu celular furtado, após ser abardada por um meliante armado com uma faca, os alunos também reclamam que volta e meia há brigas em frente (esse ano ainda não teve nenhuma, mas ano passado houveram várias) a escola. Os alunos também relataram que nas copas das árvores, em algumas situações bandidos escondem armas,facas e terçados, nas copas das árvores tudo com o intuido de intimidar os que  por lá passam.

Nas laterais da escola na que fica na Av. Santana é bem iluminada, porém a que fica na esquina com a Av. Castelo Branco não possui iluminação nenhuma.

lado da escola que fica na Av. Castelo Branco

As vezes, nem sempre, há a presença de um viatura da PM que faz a ronda pelas escolas, contudo essa presença não é constante,  pois há apenas uma viatura para circular por várias áreas da cidade e do bairro. Essa insegurança não ocorre só na porta da escola, mas também nas ruas que levam as casas dos alunos, pois alguns moram bem distante da escola e acabam tendo que andar muitos quilômetros até chegar suas residência.


Campo do Paraíso









Outro problema da rua é que ela é estreita, ná área do campo fizeram as calçadas, colocaram o alambrado,  reformaram a arena do bairro, e isso  faz uns seis anos, porém esqueceram de melhorar a rua que ainda por cima possui um desnível horrível, que atrapalha a circulação de carros e pedestres. Seria interessante se a PMS desse um jeito também na via, tipo melhorar a terraplanagem. #ficaadica

olha a beira do asfalto
 Educar também é garantir a segurança dos alunos dentro e fora da escola, por essa razão o Blog resolveu alertar para essa questão. O Blog entrará em contato com a direção da escola e com os orgãos responsáveis para ver se juntos conseguimos uma solução para o problema.

domingo, 13 de março de 2011

O Centro de Gestão da Tecnologia da Informação (Prodap) apresenta nesta sexta-feira (11), seu novo site à sociedade amapaense. O site esteve fora de funcionamento durante oito anos.


O Centro de Gestão da Tecnologia da Informação (Prodap) apresenta nesta sexta-feira (11), seu novo site à sociedade amapaense. Esse sistema ganhou um novo visual incluindo tecnologias atuais, interação com a comunidade por meio de notícias, blogs, serviços na área de tecnologia e canais de vídeos. O endereço eletrônico é o www.prodap.ap.gov.br. A reformulação onde foram realizadas as adequações é de autoria da equipe de coordenadoria de tecnologia e durou um mês para ser executada. O analista de sistemas, Célio Conrado, afirma que um dos motivos do site não estar funcionamento durante todos esses anos, é a falta de atualização de conteúdos. Questão da estrutura funcional que não havia sido definida e o número de funcionários reduzidos e sobrecarregados não podiam suprir as necessidades para produção de conteúdo. O site também vai incluir projetos, produtos e soluções desenvolvidos pelo Centro permitindo aos internautas o completo conhecimento de cada um deles, assim como as tecnologias que os compõem. Outra novidade do site são as ferramentas de interação com o cliente que oferecem a possibilidade de acesso às equipes para demandas específicas como, por exemplo: ajustes de sistemas, site e infra-estrutura. E para proporcionar um maior desempenho, rapidez e tecnologia avançada, a equipe usa uma plataforma de desenvolvimento de última geração garantindo eficiência nos serviços prestados pelo Prodap.

ainda falando sobre Carnaval...


Festa carnavalesca nos salões do Santana Esporte Clube, em 1965. Anualmente, o evento tornou-se o "mais esperado" pela elite social do Amapá. (Foto: Revista ICOMI Notícias)


As tradicionais festas carnavalescas de Santana iniciaram ainda na década de 1960. Antigos funcionários da ICOMI contam que a chegada do mês de fevereiro garantia o recesso de até 10 dias longe do trabalho. Quando a referida mineradora concluiu a construção dos seus primeiros prédios para o funcionamento de setores, foi incluída a entregue do Recreio Amazonas, situado nas dependências internas da Vila Amazonas. Isso no final de 1961.

Como forma de projetar o bom empenho aplicado por suas diretorias, o Santana Esporte Clube começou a utilizar a referida área para diversos eventos sociais, como confraternizações, festas de final de ano e festas de Carnaval.

A primeira “batalha de confetes” da Vila Amazonas aconteceu em fevereiro de 1962, organizada pelo clube do “Canário”, que trazia na sua presidência o Sr.º Hélcio Rodrigues Quintanas. Com pouco mais de 70 associados, o clube conseguiu lotar a área do Recreio Amazonas, reunindo até pessoas que não residiam naquela vila operária da ICOMI.

Em fevereiro de 1964, o evento carnavalesco passou a ser realizado na sede própria da agremiação do porto, que agora funcionava ao lado do cinema da Vila. Percebendo o sucesso que a data faria, a diretoria do Santana Clube decidiu estender a programação anual por dois dias consecutivos: um dia (sábado) seria a seletiva da Rainha do Carnaval local e no dia seguinte (domingo) seria a festa com premiações.

Os tradicionais bailes de Carnaval organizados pelo “canarinho santanense” lideraram o topo da lista das pessoas da alta sociedade que procuravam se divertir durante este período, mesmo que tivessem que se deslocar diretamente da capital (Macapá).

O sucesso realizado por esses foliões levou um grupo de amigos e vizinhos da Vila Amazonas a fundarem a primeira Escola de Samba da vila portuária de Santana, denominada “Unidos do Amapá”, criada em 10 de outubro de 1972, tendo como seu primeiro presidente o Sr.º Marx Darlindo, um compositor bastante reconhecido da comunidade sambista do Território, na qual deixou gravado o enredo “Exaltação ao Amapá”, que tornaria a Escola “Unidos do Amapá” a campeã do Carnaval amapaense em 1973.

Segundo jornais da época, essa agremiação santanense chegou a realizar diversas festas de Carnaval que ocorreram tanto na sede do Santana Esporte Clube (Vila Amazonas), como no salão de reuniões da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima (Vila Maia), isso quando ainda não havia uma sede própria para os associados do Independente Esporte Clube.

A partir de 1980, os sócios que integravam o “Carcará da Vila Maia” passaram a organizar suas festividades carnavalescas, onde percorriam algumas ruas e avenidas da cidade e acabavam nos salões de eventos do clube. No ano seguinte (1981), não foi possível realizar qualquer manifestação carnavalesca em todo Território do Amapá em respeito à vítimas do naufrágio do barco “Novo Amapá”, que ocorreu um mês antes do período das festas.

Em 25 de abril de 1982, é fundado o Grêmio Recreativo Escola de Samba “Império Santanense” (GRESIS), idealizado por um grupo de foliões que residiam nas imediações da Vila Maia e de pessoas que deixaram a Escola de Samba “Unidos do Amapá” por questões estatutárias (de acordo com o Regimento Interno daquela entidade abrigada na Vila Amazonas, não era mais permitido que ex-funcionários da ICOMI continuassem na Escola de Samba quando eram destituídos da mineradora).

Após filiar-se na Liga das Escolas de Samba do Amapá (LES), em Macapá, o GRESIS foi alcançando êxito para o público adorador de samba, vindo até mesmo a conquistar a 2ª colocação como título maior de sua existência, onde defendeu o samba-enredo “Sofia, a Sereia do Porto”, composta por Bi Trindade e Ricardo Rodrigues, sendo interpretada por Olavo dos Santos Almeida.

Antigos moradores contam que o sucesso e a popularidade atingida pela “Império Santanense” foi causando a decadência carnavalesca da Escola “Unidos do Amapá” que começou a declinar em meados da década de 1980.

Um desentendimento causado internamente na “Império Santanense” levou a agremiação ao caminho da extinção, resultando na origem de 02 blocos carnavalescos em 1986: Constituinte e Bloco do Povo, onde a rivalidade se manteve estável no Carnaval de Rua na cidade portuária do Amapá.

Entre as poucas informações ligadas ao Bloco “Constituinte”, sabe-se era formado por pessoas que, em sua maioria, residiam nos bairros Novo Horizonte e Remédios I e II. Costumavam se reunir no salão da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro para discutirem os objetivos de festejo do bloco.

Quando a cidade transformou-se em município, o Bloco “Constituinte” tornou-se bi-campeã do Carnaval local (1989/1990) e vice-campeã em 1991.

Já o “Bloco do Povo” tinha um apoio mais considerável da comunidade do Samba devido abrigar compositores e interpretes de renome da cultura do Estado. Foram os idealizadores do Rei Momo e da Rainha do Carnaval santanense. Seguiram com diversas festas de rua, até que sua diretoria decidiu regularizar a entidade.

Entre o período de 1993 a 1998, diversas Escolas de Samba se formaram esporadicamente em Santana, que foram: Unidos da Maracutaia, Pavulagem, Linda Flor e Império do Povo. No entanto, as condições financeiras não deram força material e logístico para que essas agremiações se manterem em ativa.

Em 1999, é criado o Bloco “Faraó” como forma de agregar antigas tradições momescas e elevar o entusiasmo dos brincantes nas ruas santanenses. Até este ano, já restavam apenas duas escolas de Samba na cidade: Império do Povo e Linda Flor, que procuravam carregar o nome de Santana para os desfiles que ocorriam em Macapá.

Em 2001, a Escola de Samba “Linda Flor” começou a ser destituída por questões financeiras e seus integrantes seguiram novos caminhos. A maioria ingressou na Escola de Samba “Império do Povo” por está situada nos limites do município, enquanto que outros deram origens para famosos Blocos de Rua que atualmente conhecemos: Porto Folia, Nabalada, Pimenta & Cia, etc.

A partir de 2005, a Prefeitura de Santana idealizou o “Carnaval das Águas”, onde os foliões se divertem através do Rio Amazonas e depois seguem rumo ao evento organizado na parte urbana do município: o chamado “Corredor da Folia”. Foi durante este Carnaval que surgiu o famoso personagem que passaria a representar nosso período carnavalesco: Seu Ribeira.
Desde então, os festejos anuais desta data vem se ampliando gradativamente, onde novos blocos de Carnaval estão formando seus espaços no evento já considerado um dos mais esperado do Estado.

Em 2011, em virtude de não haver desfile das Escolas de Samba em Macapá, o público que participa e simpatiza do evento não deixou a alegria se desmanchar e foram comemorar o período no município de Santana, onde o Calendário das festas iniciaram no dia 04 de março (sexta-feira) e com encerramento para o dia 12 de março, contando com mais de 20 mil brincantes distribuídos em blocos e independentes.

NOTA: As informações aqui descritas foram originalmente extraídas da Revista Mensal ICOMI-Notícias (1964-1967), da Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesa), Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Santana, Histórico da Escola de Samba “Império do Povo” e acervo histórico do pesquisador Emanoel Jordânio.


http://memorial-stn.blogspot.com/2011/03/historia-do-carnaval-em-santana.html

Por um mundo sustentável

Existem sistemas eólicos de energia para uso residencial?

A energia eólica, obtida dos ventos, é uma das principais fontes de energia limpa. Geradores residenciais ainda são pouco utilizados, mas a solução deve ganhar força nesta nova década

 

Por garantirem o estilo de vida contemporâneo sem agravar a poluição e o aquecimento global, as energias alternativas despertam cada vez mais interesse. Ambientalmente responsável, o uso de fontes “limpas” de energia ainda permite economizar com a conta de luz todo mês, o que as torna ainda mais desejáveis.
A energia eólica, proveniente dos ventos, é uma das principais soluções para a obtenção de uma energia limpa, criada sem detritos ou consequências negativas para nosso meio ambiente. A vista das vastas "fazendas", formadas por inúmeros geradores eólicos, parecidos com gigantes moinhos de vento, já é familiar em algumas partes do país, como no nordeste onde realizam a captação pública de energia.
Mas é possível ter geradores de menor porte, para abastecer apenas uma família? Geradores eólicos residenciais ainda são pouco utilizados no país, mas há muitos que apostam que essa solução ganhará muita força nesta nova década.
Há poucos pontos contra os geradores eólicos residenciais. O primeiro deles seria o ruído que as pás podem causar, incomodando o proprietário e vizinhos. No entanto a verdade é que os geradores contemporâneos trabalham com a aerodinâmica de tal forma que o ruído foi muito diminuído, tornando essa questão realmente secundária.
Outro problema é a rotação das pás atrair passarinhos e morcegos, causando dano ambiental. Estudos demonstram, no entanto, que o uso de cores mais fortes nas pás contrabalança esse problema.

 

Como funciona um gerador eólico?

 

Um gerador eólico é uma maquina formada basicamente pela união de três partes: o rotor, o gerador e a torre.
O rotor é composto pela união das pás, o eixo e demais engrenagens que em conjunto transmitem a energia do vento para o gerador. Essa "captação" ocorre pelo movimento de rotação das pás. Naturalmente, o desenho aerodinâmico e a quantidade de pás variam muito e são fundamentais para o bom desempenho do sistema.
O gerador é um equipamento que converte a energia mecânica em elétrica. Essa energia pode ser utilizada para substituir a energia proveniente da rede (como em um caso residencial) ou carregar baterias, ativar bombas de água e outros equipamentos.
A torre é a sustentação dos equipamentos descritos acima. Sua altura tem a ver com a arquitetura do sistema como um todo. Quanto mais alto, maior a tendência de vento. A altura está relacionada também com as dimensões das pás, da capacidade do gerador e assim por diante. A torre é a estruturação de todo o conjunto e, portanto, é muito importante para prevenir possíveis acidentes e manter tudo funcionando corretamente. Seu cálculo estrutural não depende apenas da altura, mas sim da força horizontal dos ventos, e das vibrações que as pás podem causar.

 

Como instalar um gerador eólico em minha residência?

 

Existe até quem consiga montar um gerador eólico doméstico a partir de manuais do tipo faça-você-mesmo disponíveis na internet. Entretanto, se você está de fato comprometido com a instalação de um sistema de energia alternativa em sua residência, sugerimos fortemente que procure uma empresa especializada no assunto, que vai ajudá-lo a verificar desde qual é o gerador mais adequado a seu caso até a primeira conta de luz.
Em termos gerais, o primeiro passo é uma avaliação da quantidade de vento existente na região onde fica sua casa. As regiões brasileiras litorâneas, em especial no norte e nordeste, por exemplo, possuem um excelente potencial de ventos.
Após a constatação de que há vento suficiente em sua região, a topografia deve ser considerada: no caso de zonas urbanas, os prédios e o relevo urbano podem ser inconvenientes para a captação da energia eólica. Esse fator deve ser sempre levado em conta. No caso de prédios, entretanto, um gerador eólico localizado na cobertura pode alimentar diversos apartamentos.
Uma vez que essas premissas básicas estejam cumpridas, o interessado deve verificar qual modelo de gerador seria mais adequado para sua residência, em função das dimensões, disponibilidade de ventos e desembolso de investimento desejado. Caso o seu gerador não seja capaz de suprir toda sua energia, mas apenas parte dela, consulte seu projetista de elétrica para verificar quais circuitos seriam alimentados pelo gerador eólico.
No caso da falta de vento, a energia da rede entra em ação e supre a demanda -portanto não entenda o gerador eólico como um total desligamento da rede pública, mas sim uma diminuição no consumo do sistema convencional.
Faça pesquisa com diversas empresas e procure o modelo mais adequado para sua construção e seu modo de vida. Quanto mais pessoas começarem a comprar e instalar esse tipo de equipamento, maior a concorrência entre empresas e assim o preço do sistema tende a baixar.  A natureza agradece!


 Fernando Forte e Rodrigo Marcondes Ferraz são arquitetos formados pela FAU-USP e sócios do escritório Forte Gimenes Marcondes Ferraz (www.fgmf.com.br)

 

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/arquitetura/existem-sistemas-eolicos-de-energia-para-uso-residencial.jhtm

quarta-feira, 9 de março de 2011

Olho Vivo!


Quer saber dos gastos do GEA? então acessa o Portal da Transparência e fique de Olho!!



terça-feira, 8 de março de 2011

Parabéns Mulher pelo teu dia!!!

Uma Pequena Homenagem do Blog para as Lindas e Guerreiras Mulheres da Escola Everaldo Vasconcelos.

... E lavavam a minha paixão corrompida
As mulheres do igarapé
As Joanas, Marias, Creusas, Margaridas,
Lavarão o que ainda vier...















...Causa reboliço aonde passa,
Desce mais redondo que a cachaça...
Ela é a fulana de tal,
O seu palácio vai do Leme ao Pontal,
É a minha mais entre as dez mais.
Ela é gente bem,
Por isso mesmo não dá mole a ninguém,
Mas um dia eu faço ela sambar...















































...Dizem que a mulher é o sexo frágil
Mas que mentira absurda
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas...









...De todas as Marias vem as bênçãos lá do céu
Do samba faço oração, Poema, emoção!...















Feliz 08 de Março!